Quando a pesquisa é de mercado, o problema não é a pergunta: é achar quem responde. O painel próprio resolve isso com 19 milhões de pessoas cadastradas e verificadas.
O problema não é a pergunta — é quem responde
Medir satisfação é simples quando você já tem a base: manda para os seus clientes e pronto. Mas quando a pergunta é de mercado — quanto cobrar, qual embalagem, o que o consumidor da concorrência pensa — a lista não existe. É aí que a maioria das pesquisas morre antes de começar.
O painel próprio resolve isso: 19 milhões de pessoas cadastradas e verificadas, prontas para responder o seu estudo.
Segmentação de verdade
Perfil — idade, gênero, renda, classe social e composição da família.
Região — do país inteiro ao bairro, quando o estudo é local.
Hábito de consumo — quem compra a categoria, com que frequência e de qual marca.
B2B — cargo, porte da empresa, setor e poder de decisão.
Como funciona na prática
1. Você monta a pesquisa — com qualquer um dos 32 tipos de pergunta, inclusive gôndola, conjoint e mapa de calor.
2. Define o público — quem precisa responder, e quantas respostas o estudo pede.
3. A gente entrega a amostra — o campo roda no painel e as respostas caem direto na sua pesquisa.
4. A análise já vem junto — a IA lê as abertas, classifica tema e sentimento e monta o relatório.
Como é cobrado
A amostra é contratada à parte da assinatura, conforme o estudo: depende de quantas respostas você precisa e de quão específico é o público. Perfil raro custa mais que público geral — é assim em qualquer painel do mundo, e preferimos dizer isso na primeira conversa a colocar um número que não se sustenta.
Quando faz sentido usar
Teste de preço — descobrir a faixa aceitável antes de lançar, com quem compra a categoria.
Embalagem e conceito — gôndola e mapa de calor com o público certo, não com quem já é seu cliente.
Estudo de marca — lembrança, imagem e comparação com o concorrente.
Entrada em novo mercado — ouvir quem ainda não te conhece — que é exatamente quem não está na sua lista.