Tudo que a plataforma faz, explicado com o que é, para que serve e como se faz — com a pergunta funcionando ao lado de cada tipo.
Tudo que a plataforma faz, explicado com o que é, para que serve e como se faz. Feito para ler de ponta a ponta ou consultar um assunto específico.
01. Criar a pesquisa do zero
Para que serve: É o caminho de tudo: sem formulário, bloco e pergunta, nada mais existe. Leva menos de dois minutos.
A pesquisa vive dentro de um workspace — o espaço que separa clientes ou áreas. Se nenhum estiver selecionado, a plataforma avisa antes de deixar criar.
Criado o formulário, você cai direto no construtor, na aba Criar. Ele nasce vazio, com a mensagem “Nenhum bloco criado”: primeiro vem o bloco, depois as perguntas dentro dele.
O construtor tem quatro abas no topo — Criar, Fluxo, Compartilhar e Resultados —, e é na Criar que fica tudo: o painel de blocos à esquerda, o formulário no centro e as Propriedades da pergunta à direita.
Como se faz
01. Crie o formulário — Na lista de formulários, clique em Criar formulário, dê um nome no diálogo “Criar novo formulário” e confirme. Você é levado direto ao construtor.
02. Adicione o primeiro bloco — No painel da esquerda, clique em Novo Bloco. Bloco é o agrupamento de perguntas — e a unidade que a paginação e o sorteio usam.
03. Adicione perguntas — Clique em Adicionar Pergunta dentro do bloco. Abre a paleta “Adicionar Elementos do Formulário”, com as categorias na lateral e a busca no topo.
04. Escolha vários tipos de uma vez — Dá para clicar em mais de um card: o rodapé mostra “N selecionadas” e o botão vira Adicionar N perguntas.
05. Configure na direita — Selecione a pergunta e use o painel Propriedades: Título, Descrição, o switch Obrigatória e os cartões Exibição, Opções, Justificativa, Lógica e Variável.
O nome do formulário pode ser trocado depois, clicando nele no topo do construtor.
O salvamento é automático — a barra mostra Salvando… e depois Salvo.
Cada pergunta tem, no próprio card, os atalhos de pré-visualizar, duplicar, excluir, definir o timer do bloco e adicionar quebra de página.
03. Fazer a pesquisa se adaptar a quem responde
Para que serve: Para ninguém passar por pergunta que não se aplica a ele. É o que separa um questionário de uma conversa — e o que segura a taxa de conclusão.
Existem dois jeitos de desviar o caminho de alguém. O primeiro é o pulo por resposta: cada opção leva a um destino. Marcou “nunca comprei”, vai para o fim; marcou “compro todo mês”, segue para o bloco de frequência. Funciona nos tipos de escolha e nas métricas — no NPS, o destino é por faixa: detrator vai para um lugar, promotor para outro.
O segundo é o pulo por condição, para quando a regra é composta. Aí você monta grupos com E e OU, que podem ficar dentro de outros grupos: (respondeu A e marcou B) ou (deu nota abaixo de 7). São mais de vinte operadores — igual, contém, começa com, maior, menor, entre, antes, depois, vazio — e ainda posição em ranking, célula de matriz e faixa de pontos.
Além de pular, dá para esconder. Esconder a pergunta inteira quando ela não faz sentido para aquela pessoa, ou esconder só uma opção específica — útil quando a lista de marcas muda conforme a região.
E dá para encerrar no meio: quem não é público-alvo termina ali, com uma tela própria, e a resposta fica marcada como encerrada por lógica em vez de contar como abandono.
Como se faz
01. Abra a lógica da pergunta — No painel Propriedades, à direita, clique no cartão Lógica e depois em Adicionar lógica. O mesmo diálogo abre pelo ícone de lógica no card da pergunta.
02. Escolha o tipo — Na coluna da esquerda do diálogo “Lógica da pergunta”: Pulo, Ocultação ou Extração. Cada uma mostra se já está configurada ou indisponível para aquele tipo de pergunta.
03. Pulo: por resposta ou por condição — Por resposta, uma tabela liga cada opção a um destino no campo “Pular para” — com Sem ramificação e Encerrar pesquisa entre as escolhas. Por condição, você cria Regra 1, Regra 2 e assim por diante.
04. Ocultação: pergunta ou opção — Em “O que esconder”, escolha Pergunta inteira ou Opções específicas. Monte a frase Ocultar/Mostrar esta pergunta quando: e adicione as condições.
05. Salve e confira — O rodapé mostra quantas lógicas estão ativas e avisa se há conflito. Clique em Salvar lógica.
06. Veja o desenho — Na aba Fluxo, no topo, o formulário aparece como mapa, com o botão Destacar caminho com pulos. É só leitura — serve para conferir, não para editar.
Regra que aponta para trás. O destino é sempre à frente — pulo para uma pergunta anterior criaria laço.
Quando duas regras disparam ao mesmo tempo, vence o destino mais próximo.
Pergunta escondida por lógica não é validada nem contabilizada: ela simplesmente não existiu para aquela pessoa.
Toda pergunta que dispara um pulo fecha a página automaticamente — senão o resto do bloco apareceria por cima do salto.
04. Garantir que a amostra tenha a cara certa
Para que serve: Coletar 400 respostas é fácil. Coletar 400 com a distribuição certa é o trabalho — e é o que faz o estudo ser aceito por quem vai decidir com ele.
A cota simples limita por opção: 100 respostas de cada região, e a região que encher para de aceitar sozinha. Serve para o caso mais comum, que é equilibrar um recorte único.
A cota cruzada combina perguntas numa célula: mulheres de 25 a 34 do Sudeste. Você monta as condições com E e OU, e a célula tem um teto próprio. É assim que se reproduz a distribuição do IBGE numa amostra.
Nas métricas, a cota pode ser por faixa — no máximo 150 promotores — ou por nota específica. E dá para cruzar com a causa-raiz, limitando quantas respostas de um mesmo motivo entram.
Quando a cota enche, você escolhe entre dois desfechos: barrar só aquela resposta e continuar coletando as outras células, ou fechar o formulário inteiro. Quem foi barrado vê uma tela diferente de quem concluiu, com o texto que você escrever.
Como se faz
01. Abra as cotas — Na barra da aba Criar, clique em Ferramentas e depois em Cotas e limites.
02. Defina o teto, se quiser — No topo fica “Teto total de respostas”, com o campo Máximo de respostas e a mensagem exibida ao atingir. É aqui que mora o limite de respostas do formulário.
03. Crie a cota — Clique em Nova cota, dê um nome (ex.: “Homens · SP · 18-24”) e escolha entre Cota combinada, que cruza perguntas, e Cota por opção, que limita cada alternativa.
04. Monte as condições — Na combinada, a primeira linha começa com SE e as seguintes com E ou OU. Escolha a pergunta, o operador é ou não é, e as respostas. Depois preencha a Contagem alvo.
05. Escolha o que acontece ao encher — O switch “Fechar o formulário ao atingir esta cota” decide: desligado, barra só aquele perfil e continua coletando; ligado, encerra a pesquisa inteira.
06. Escreva a mensagem — No campo “Mensagem ao atingir a cota”. Ela sobrescreve o texto da tela de finalização por cota.
Cota apertada demais no começo do campo derruba a taxa de aproveitamento e encarece a coleta.
Quem é barrado por cota não é abandono: o relatório separa os dois, e misturar isso distorce a leitura de conclusão.
Na coleta presencial a cota tem trilho próprio, com fatia por aparelho — o entrevistador sabe na hora que aquele perfil já encheu.
05. Tirar o viés da ordem
Para que serve: A ordem em que as opções aparecem muda o resultado. A primeira da lista leva vantagem, e a última também — é efeito conhecido e mensurável.
Dá para embaralhar em três níveis: blocos inteiros, perguntas dentro do bloco e opções dentro da pergunta. Você escolhe onde faz sentido — embaralhar uma sequência que tem ordem lógica atrapalha em vez de ajudar.
Algumas opções não podem se mover: “outro” e “nenhuma das anteriores” ficam sempre no fim. São as âncoras, e você marca quais são.
Também dá para exibir 5 de 20 itens sorteados por pessoa. Cada respondente vê um punhado, e o conjunto todo é coberto pela amostra — a numeração continua contígua para quem responde.
O sorteio é determinístico e fica gravado na resposta. Quem volta uma página vê exatamente a mesma tela — e, no relatório, dá para conferir a ordem exata que cada pessoa enfrentou.
Como se faz
01. Blocos e perguntas — Ferramentas → Sorteio de blocos. Na lateral, escolha Entre blocos ou Dentro de um bloco.
02. Crie um grupo de sorteio — Em Entre blocos, clique em Criar grupo e marque quais blocos entram. Bloco fora de grupo fica fixo na posição e ganha o selo Fixo.
03. Exiba só alguns — Em “Quantos blocos exibir”, troque de Exibir todos para Exibir apenas alguns e informe o número.
04. Confira antes de salvar — O bloco “Prévia · como uma pessoa vê” mostra o resultado, e o botão Sortear de novo repete o sorteio.
05. Opções dentro da pergunta — No painel Propriedades, cartão Exibição: em Ordem das opções escolha Aleatório, e em Opções fixas marque as que não podem se mover. “Outro” e “N/A” já ficam sempre no fim.
Randomizar bloco que tem dependência lógica com o seguinte quebra o fluxo.
Sem congelar a ordem, quem volta vê outra lista — e a análise de posição vira ficção.
06. Fazer a pesquisa citar o que a pessoa já disse
Para que serve: Uma pergunta que repete a resposta anterior mostra que alguém está prestando atenção. Isso segura a pessoa até o fim mais que qualquer redesign de tela.
Escreva {{Q3}} no enunciado e a pergunta cita o que a pessoa respondeu na terceira. É a forma mais direta, e não exige configurar nada além da referência.
Para casos mais elaborados existem as variáveis nomeadas: uma pergunta grava um valor e qualquer texto seguinte usa. Vale também dentro das opções, não só no enunciado.
E dá para trazer dado de fora pelo link: loja, campanha, protocolo, número do pedido. O valor aparece no texto da pesquisa e volta no relatório, junto da resposta.
O link do e-mail também pode já levar a primeira resposta marcada — a pessoa abre a pesquisa no segundo passo, o que aumenta bastante a conclusão.
Como se faz
01. Declare a variável — Ferramentas → Variáveis. Clique em Adicionar Variável e preencha o Nome de Exibição (ex.: Nome do Cliente) e o Código da Variável (ex.: {{nome_cliente}}).
02. Grave a resposta nela — No painel Propriedades da pergunta, cartão Variável → Atribuição de Variável. Ative o switch e escolha qual variável recebe o valor.
03. Use no texto — No título ou na descrição de qualquer pergunta seguinte, digite {{ — um seletor abre com as Respostas de perguntas e as Variáveis disponíveis.
04. Traga dado pelo link — Variáveis declaradas podem vir preenchidas pela URL, e também podem ser usadas na URL de redirecionamento das telas de finalização.
Variável sem valor vira espaço em branco no meio da frase. Escreva o texto de forma que funcione mesmo vazio.
Só entram no link as variáveis declaradas no formulário — é o que impede alguém de injetar conteúdo pela URL.
07. Deixar a pesquisa com a sua cara
Para que serve: Pesquisa que parece ferramenta de terceiro tem menos resposta. Com a sua marca, a pessoa entende de quem é antes de ler a primeira pergunta.
São três estilos de formulário. Cartões é o padrão, com as perguntas agrupadas em blocos. Formulário empilha tudo numa página só. Conversacional ocupa a tela inteira e mostra uma pergunta por vez — costuma ser o que mais converte no celular.
Junto vem a paginação: uma página por bloco, ou uma pergunta por página. Essa escolha muda a taxa de conclusão mais do que qualquer ajuste de texto.
E há a identidade visual: cor de destaque, cor de fundo, efeitos, logotipo com alinhamento, e a opção de mostrar a numeração das perguntas.
Como se faz
01. Abra a aparência — Ferramentas → Aparência, com o subtítulo “Defina a identidade visual do seu formulário”.
02. Escolha o estilo — No menu Estilo: Cartões, Formulário ou Conversacional.
03. Ajuste as cores e o logo — Em Cores, a cor de destaque e a de fundo, com campo para código HEX. Em Logotipo, o alinhamento à esquerda ou centralizado.
04. Defina a paginação — No menu Paginação, escolha Perguntas por página entre Por bloco e Uma por página. É aqui também que fica “Exibir numeração das questões”.
05. Veja antes de publicar — Botão Prévia na barra, com simulação de aparelho. Dá para pré-visualizar um bloco ou uma pergunta isolada.
08. Colocar no ar e levar até quem responde
Para que serve: A melhor pesquisa do mundo não vale nada parada no construtor. Publicar é um clique; escolher o canal certo é o que decide a taxa de resposta.
Ao publicar, você define quem pode responder: Público, para qualquer pessoa com o link, ou Restrito, só para convidados da sua lista. A escolha já aplica a mudança.
Na aba Compartilhar ficam os quatro caminhos do link: o controle de acesso, o link direto, o QR Code — que baixa em PNG para uso digital e SVG para impressão em qualquer tamanho — e o código de incorporação para colar no seu site.
Do lado, o painel de envio: e-mail, WhatsApp, o histórico de envios, as listas de contatos e os modelos de e-mail.
Como se faz
01. Publique — Clique em Publicar, na barra da aba Criar, e escolha entre Público e Restrito.
02. Pegue o link — Na aba Compartilhar, seção Links, o cartão Link do Formulário traz a URL pronta para copiar.
03. Gere o QR — No mesmo lugar, o cartão QR Code, com download em PNG ou SVG.
04. Incorpore no site — O cartão Código de Incorporação entrega o HTML pronto para colar na sua página.
05. Dispare por e-mail ou WhatsApp — No Painel de envio, clique em Novo envio e escolha Email ou WhatsApp. O histórico fica em Envios e as listas em Contatos.
09. O que a pessoa vê quando termina — ou quando é cortada
Para que serve: Quem foi barrado por cota não pode ver a mesma mensagem de quem concluiu. São situações diferentes e merecem textos diferentes.
Existem três telas separadas. Quando Concluída é a de quem chegou ao fim. Encerrada por Lógica é a de quem foi cortado por uma regra de pulo com destino “Encerrar pesquisa”. Encerrada por Cota é a de quem tentou responder depois de a cota daquele perfil já estar cheia.
Em cada uma você escolhe entre fechar a guia ou redirecionar para uma URL — e a URL aceita as variáveis do formulário, o que permite levar o dado adiante.
Se a tela de cota ficar em branco, ela herda a de lógica. E a mensagem escrita dentro de uma cota específica sobrescreve as duas.
Como se faz
01. Abra as telas — Ferramentas → Telas de finalização.
02. Escolha a variante — No menu lateral: Quando Concluída, Encerrada por Lógica ou Encerrada por Cota.
03. Defina a ação — Fechar guia, que é o padrão, ou Redirecionar para URL — com o campo de endereço logo abaixo.
04. Escreva a mensagem — Título, texto e rótulo do botão. Se deixar em branco, entram os padrões da plataforma.
Os tipos de pergunta, um a um
Básico
Os campos de qualquer formulário. Simples de usar, e é onde mora a maior parte dos erros de coleta.
Texto curto — Nome, código, número de pedido — resposta de uma linha. Marque como obrigatório se a resposta for necessária para identificar quem respondeu.
Texto longo — O motivo por trás da nota. É este campo que a IA lê e categoriza. Deixe opcional. Aberta obrigatória enche a base de “nada” e “sem comentários”.
E-mail — Identificar quem respondeu e permitir o retorno do closed-loop. A validação de formato é automática — não precisa configurar.
Celular — Retorno por WhatsApp. A máscara brasileira é aplicada enquanto a pessoa digita.
Número — Quantidade, valor, idade. Defina valor mínimo e máximo para barrar digitação errada na entrada.
Data — Quando o evento aconteceu. Seletor com calendário, sem configuração extra.
Bloco de texto — Instrução, contexto ou termo de consentimento. Não gera resposta. Use antes de um bloco sensível para explicar por que está perguntando.
Escolha
Seleção simples e múltipla. O limite de seleção e a ordem das opções decidem a qualidade do dado.
Escolha simples — Uma opção entre várias. Pode virar lista ou menu suspenso, aceitar “outro” com texto livre e “não se aplica”. É um dos tipos que pode levar a um destino diferente por opção.
Múltipla escolha — Várias opções ao mesmo tempo. Defina o mínimo e o máximo de seleções. Sem limite, a pessoa marca metade da lista e o resultado perde hierarquia.
Sim/Não — Confirmação direta, sem rodeio. Também dirige pulo: “não” pode encerrar a pesquisa para quem não é público.
Escolha dupla — Duas perguntas de escolha na mesma tela — a marca que mais usa e a que nunca usaria. Cada lado tem o seu rótulo e o seu conjunto de opções.
Ranking — Ordem de preferência entre poucos itens. De 3 a 6 itens. Diga o critério no enunciado — ordenar “por importância” e “por frequência” dá resultados diferentes.
Tags — Escolha rápida no celular, com limite. Etiquetas curtas e limite de 2 ou 3. É o melhor substituto da aberta quando você já conhece os temas.
Feedback
As métricas de experiência. Chegam com o cálculo e as faixas prontas — você não soma nada à mão.
NPS — Lealdade à marca, de 0 a 10. As faixas já vêm separadas: 0 a 6 detrator, 7 e 8 neutro, 9 e 10 promotor. Dá para definir uma causa-raiz por faixa e um destino de pulo por faixa.
CSAT — Satisfação com um momento específico. Escala de 1 a 5. O índice sai como Top-2-Box — a soma das duas melhores opções.
CES — O esforço que o cliente teve para resolver. Escala de 1 a 7 sobre uma afirmação de facilidade.
Escala emocional — Avaliação por emojis — a que mais rende resposta no celular. Cinco carinhas, sem rótulo escrito. Boa para público amplo e coleta de rua.
Estrelas — Avaliação rápida, reconhecida por qualquer pessoa. De 1 a 5. Deixe claro no enunciado o que está sendo avaliado.
Escala de satisfação — Escala de satisfação com rótulos próprios. Você escreve os extremos.
Escala quantitativa — Uma nota numa faixa numérica que você define. Defina os rótulos da esquerda e da direita — são as âncoras que a pessoa lê.
Matriz
Vários itens avaliados na mesma escala, lado a lado.
Matriz — Avaliar vários atributos com a mesma escala, numa tela só. Nas linhas, os atributos; nas colunas, a escala.
Matriz múltipla — Quando cada linha aceita mais de uma marcação — “uso”, “conheço”, “recomendo”. Mesma montagem da matriz, com seleção múltipla por linha.
Multi-matriz — A mesma escala repetida para vários blocos — cada marca avaliada nos mesmos atributos. Um bloco por marca, com os atributos repetidos.
Imagem
Quando a pergunta é sobre algo que se vê: embalagem, anúncio, prateleira.
Escolha com imagem — Escolher entre versões visuais — rótulo A, B ou C. Grade, carrossel ou lista; escolha única ou múltipla, com limite.
Envio de imagem — A pessoa manda a foto — do produto avariado, do cupom, da prateleira. Defina quantas fotos e o tamanho máximo por arquivo.
Mapa de calor — Descobrir para onde a atenção vai numa imagem. Suba a imagem e escreva uma pergunta de LUGAR: “toque no que…”, e não “o que você achou de…”.
Gôndola — Prateleira virtual: a pessoa escolhe como escolheria no mercado, com preço na frente. Suba os produtos — a IA remove o fundo sozinha —, defina preços, quantidade por item e, se quiser, um orçamento. Dá para esconder nome e preço para teste cego.
Mídia
Vídeo como estímulo e vídeo como resposta.
Vídeo — Mostrar um comercial, um conceito ou um tutorial antes de perguntar. YouTube ou arquivo próprio. A plataforma registra quanto cada pessoa assistiu.
Resposta em vídeo — Ouvir o cliente com a voz e o rosto dele — vale mais que três linhas escritas. Gravar na hora ou enviar arquivo, até 2 minutos por padrão.
Preço
Os dois métodos que respondem quanto cobrar.
Van Westendorp (PSM) — Descobrir a FAIXA de preço aceitável quando você ainda não tem referência. São quatro perguntas abertas de preço; a plataforma monta as curvas e marca o ponto ótimo.
Gabor-Granger — Escolher entre preços candidatos e ver qual rende mais receita. Defina de 3 a 15 preços em ordem crescente. A escada sobe a cada “sim” e para no primeiro “não”.
Trade-off
Quando a decisão envolve troca: o que se ganha e o que se abre mão.
MaxDiff — Priorizar uma lista sem empate. De 4 a 30 itens, de 3 a 6 por tela. A plataforma monta os blocos para cada item aparecer o mesmo número de vezes.
Conjoint (CBC) — Medir o peso de cada característica na decisão e simular preço. De 2 a 6 atributos, com 2 a 5 níveis cada; de 4 a 15 telas de escolha. Pode incluir a opção “nenhuma das anteriores”.
Soma de pontuação — Peso relativo entre poucos itens, forçando a troca. Distribua 100 pontos; a pergunta só avança quando o total fecha.