Tudo que a VisionCX é capaz de fazer

Do campo de texto ao Conjoint que decide preço de portfólio. Da lógica que adapta a pesquisa ao antifraude que audita entrevista de rua.

34 tipos de pergunta, do campo de texto ao Conjoint

A mesma plataforma faz a pesquisa de satisfação de terça e o estudo que decide o preço do portfólio do ano. Sem trocar de ferramenta, sem exportar para outro software.

  • Métricas prontas — NPS, CSAT e CES já chegam com as faixas separadas — promotor, neutro, detrator — e causa-raiz por faixa.
  • Escalas e matrizes — Likert, matriz, matriz múltipla e multi-matriz, com Top-2-Box calculado sozinho.
  • Métodos que decidem preço — Conjoint (CBC), MaxDiff, Van Westendorp e Gabor-Granger — com as curvas e o simulador junto.
  • Gôndola virtual — Prateleira com preço, cesta com orçamento, teste cego e cenários de preço sorteados por respondente para medir elasticidade.
  • Recorte de produto por IA — Suba a foto do produto como veio: a IA remove o fundo sozinha, e você alterna entre a original e o recorte na prateleira.
  • Simulador de share — No Conjoint, monte o produto que quiser e veja a preferência estimada — com até 20 cenários salvos e compartilhados com o time.
  • Mapa de Calor — A pessoa toca na imagem. Dois modos: sentimento com tags e sucesso de tarefa com regiões-alvo.
  • Vídeo nos dois sentidos — Vídeo como estímulo, com registro de quanto cada um assistiu — e resposta em vídeo de até 2 minutos.
  • Imagem — Escolha com imagem em grade ou carrossel, e envio de foto pelo próprio respondente.
  • Soma Pontuação — Distribua 100 pontos entre os itens; a pergunta só avança quando o total fecha.

Conjoint, MaxDiff, Van Westendorp, Gabor-Granger, gôndola e mapa de calor vêm inteiros nos planos Pesquisa, Estudante e Enterprise.

A pesquisa se adapta a quem está respondendo

Ninguém passa por pergunta que não se aplica a ele. É o que separa um questionário de uma conversa — e o que segura a taxa de conclusão lá em cima.

  • Mais de 20 operadores — Igual, contém, começa com, maior, menor, entre, antes, depois, vazio — e ainda posição em ranking, célula de matriz e faixa de pontos.
  • Condições aninhadas — Grupos com E e OU dentro de outros grupos: (respondeu A e marcou B) ou (deu nota abaixo de 7).
  • Esconder a pergunta ou só uma opção — Dá para sumir com uma alternativa específica para quem não se encaixa, sem tirar a pergunta inteira.
  • Pulo por resposta ou por condição — Do simples — cada opção leva a um destino — à regra composta. Quando várias disparam, o destino mais próximo vence.
  • Encerrar no meio — Quem não é público-alvo termina ali, com tela própria, e a resposta fica marcada como encerrada por lógica.
  • Quebra de página automática — Toda pergunta que dispara um pulo fecha a página sozinha — senão o resto do bloco vazaria por cima do salto.

A mesma regra roda no navegador, no embed do seu site, na prévia do editor e no app de campo. Um motor, um comportamento.

Randomização séria, congelada por respondente

A ordem das opções enviesa o resultado. E ordem que muda quando a pessoa volta uma página estraga o dado sem ninguém perceber.

  • Três níveis — Blocos em grupos de randomização, perguntas dentro do bloco e opções dentro da pergunta.
  • Âncoras — Itens que ficam parados enquanto o resto embaralha — “outro” e “nenhuma das anteriores” sempre no fim.
  • Exibir N de M — Mostra 5 de 20 itens sorteados por pessoa, com a numeração seguindo contígua.
  • Mesma ordem ao voltar — O sorteio é determinístico e fica gravado na resposta: voltar uma página mostra exatamente a mesma tela.

Sem congelar a ordem, quem volta vê outra lista — e a análise de posição vira ficção.

Cotas que fecham sozinhas

Coletar 400 respostas é fácil. Coletar 400 com a distribuição certa é o trabalho — e é o que faz o estudo ser aceito.

  • Cota por opção — 100 respostas de cada região; a região que encher para de aceitar sozinha.
  • Cota cruzada — Célula combinando perguntas: mulheres de 25 a 34 do Sudeste, com E e OU entre as condições.
  • Cota por faixa de NPS — Limite por detrator, neutro e promotor — ou por nota — e ainda por causa-raiz.
  • Dois desfechos — Ao encher: barra só aquela resposta e segue coletando, ou fecha o formulário inteiro.
  • Tela por desfecho — Quem foi barrado por cota vê uma mensagem diferente de quem terminou — com o texto que você escrever.
  • Cotas no campo — A coleta presencial tem trilho próprio de cota, para o entrevistador saber na hora que o perfil já encheu.

A pesquisa fala com a pessoa, não com a base

Citar o que ela acabou de responder muda a taxa de conclusão mais que qualquer redesign de tela.

  • Usar a resposta anterior — Escreva {{Q3}} no enunciado e a próxima pergunta cita o que a pessoa respondeu na terceira.
  • Variáveis nomeadas — Uma pergunta grava um valor e qualquer texto seguinte usa. Vale também dentro das opções, não só no enunciado.
  • Variáveis de URL — Passe dados no link — loja, campanha, protocolo, número do pedido — e use no texto ou guarde junto da resposta.
  • Pré-preencher pelo link — O e-mail já leva a primeira resposta marcada: a pessoa abre a pesquisa no segundo passo.
  • Sua marca, seu domínio — Logo, cores e envio a partir do seu próprio domínio de e-mail, do plano CX para cima.

Onde o cliente está, no momento certo

A melhor pergunta do mundo não vale nada se chegar pelo canal errado, três dias depois da experiência.

  • WhatsApp — Número oficial e modelos já aprovados pela Meta — sem burocracia de aprovação do seu lado. Número dedicado no Enterprise.
  • E-mail com domínio próprio — Do CX para cima o disparo sai do seu domínio, com a sua marca.
  • Link e QR Code — Um link para mandar onde quiser; um QR para cartaz, embalagem, cupom e mesa de restaurante.
  • Agendamento — Disparo programado para a hora certa — depois da entrega, no fim do mês, no aniversário do contrato.
  • Um relatório só — Não importa por onde a resposta entrou: WhatsApp, e-mail, link, QR, site ou campo caem na mesma base.

A pesquisa dentro do seu site, do seu jeito

Sem tirar a pessoa da página, sem parecer ferramenta de terceiro. Três formatos, o mesmo relatório.

  • Aba lateral — Discreta na borda da tela: a pessoa abre quando quiser e continua navegando.
  • Pop-up — Aparece na hora certa — depois do checkout, ao completar uma ação, num tempo definido por você.
  • Ao sair da página — Dispara quando o cursor vai embora: a última chance de entender por que a pessoa não converteu.
  • Com a sua cara — Cores, cantos e tamanho ajustáveis, para o bloco parecer parte do seu site e não um enxerto.
  • Pré-preenchido pelo link — A primeira resposta já vem marcada quando a pessoa chega por um e-mail — e ela cai direto na segunda pergunta.

É o formato que mais rende em e-commerce: a pesquisa acontece no momento da experiência, não no dia seguinte.

App de campo que funciona sem internet

Feira, porta de loja, obra, zona rural, evento com wi-fi saturado. Onde o sinal cai, o formulário online morre no meio da entrevista.

  • Coleta offline de verdade — As pesquisas são baixadas com conexão e o aparelho trabalha sozinho: perguntas, lógica e validações, tudo sem rede.
  • Sincroniza quando o sinal volta — As respostas ficam cifradas no aparelho e sobem em segundo plano, com aviso do que já foi confirmado.
  • Nada se perde — Bateria acabou ou o app fechou no meio? O que já foi respondido continua lá.
  • iOS e Android — Cada aparelho é autorizado pela organização; só dispositivo autorizado baixa a pesquisa.
  • Comprovação do ponto de coleta — Quando ativado, o app registra a localização no começo e no fim da resposta — para provar onde a entrevista aconteceu.
  • Auditoria por áudio — Em pesquisas com auditoria ligada, a entrevista é gravada enquanto a resposta está aberta, para conferência depois.
  • Modo quiosque com trava de sistema — O aparelho fica preso na pesquisa por trava nativa do Android, não por gentileza: só sai com PIN. Responde, agradece e volta sozinho para o próximo.
  • Estação e pesquisa fixada — Cada terminal é amarrado a um ponto de coleta e a uma pesquisa — a resposta já nasce sabendo de onde veio.
  • Gravação da entrevista — Áudio da entrevista inteira ou só do trecho entre duas perguntas, com pacote ZIP para auditoria depois.
  • Parque de aparelhos — Espaço livre, última sincronização, estado da trava e revogação remota — com alerta de “parou de gravar: só 40 MB livres”.
  • Cota fatiada por aparelho — O teto do estudo é dividido entre os tablets, com sugestão proporcional e alerta de estouro.

Tablet na recepção, totem na loja, celular na mão do entrevistador — o mesmo formulário, com ou sem internet.

Seis sinais que mostram entrevista inventada

Coleta presencial tem um problema que pesquisa online não tem: dá para forjar. Esta é a resposta para a pergunta que todo instituto faz antes de contratar campo.

  • GPS falsificado — O app detecta posição simulada e mostra a proporção de entrevistas afetadas por entrevistador.
  • Coordenada repetida — Ponto idêntico até o último dígito é celular com posição fixada, não pessoa andando pelo bairro.
  • Duração mediana — O sinal que mais entrega entrevista preenchida sozinha: termina rápido demais.
  • Intervalo entre entrevistas — Vão negativo significa entrevistas sobrepostas — duas ao mesmo tempo, pela mesma pessoa.
  • Agrupamento geográfico — Clusters de 100 metros separam quem rodou o bairro de quem ficou sentado num lugar só.
  • Relógio adulterado — Detecção de horário mexido no aparelho para forjar a duração da entrevista.
  • Entrevistador por resposta — O aparelho pergunta quem está entrevistando antes de cada resposta: toda entrevista tem autor.

Ranking por entrevistador, com janelas de 30, 60, 90 e 365 dias. O dado chega auditado, não só coletado.

A IA lê as abertas por você

Mil respostas em texto livre ninguém lê. E é justamente nelas que está o motivo — a nota diz que existe um problema, a aberta diz qual é.

  • Tema, sentimento e causa-raiz — Em português, com gíria e abreviação — que é como as pessoas escrevem no celular.
  • Temas que se juntam sozinhos — “Demorou”, “muito lento” e “esperei demais” viram um tema só, por similaridade semântica — e não três linhas no relatório.
  • Risco de saída — A IA sinaliza quem está em risco alto, médio ou baixo, e a tela avisa quantos clientes precisam de atenção.
  • Nota contra IA — Dá para filtrar onde a nota e a leitura da IA divergem — é ali que costuma estar o caso interessante.
  • Nuvem de palavras — Os termos que mais aparecem, do jeito que o cliente escreveu, com a resposta inteira a um clique.

A IA vem com franquia mensal: 100 créditos no CX e 300 no Pesquisa.

O painel que você vai abrir toda segunda-feira

Não é um relatório que alguém monta no fim do mês. É a tela ao vivo, com o número de hoje, o mapa de onde as respostas vieram e o alerta de que a métrica virou.

  • Seis números no topo — Total de respostas, concluídas, taxa de conclusão, abandonadas, terminadas e tempo médio de resposta.
  • Medidor de NPS, CSAT e CES — O arco com a faixa em que você está e a comparação com o período anterior.
  • Distribuição em barra — Promotores, neutros e detratores — com a contagem e a faixa de nota de cada grupo.
  • Tendência com teste estatístico — A curva com a linha de tendência e o aviso “subindo 12%” — apurado por teste de Mann-Kendall, não por impressão de gráfico.
  • Mapa e ranking por região — Mapa interativo do Brasil e do mundo, com ranking por estado e por país.
  • Resumo das perguntas — Cada pergunta com o mini-gráfico do seu tipo, em grade, lista ou clássico — com busca e ordenação.
  • Cruzar respostas — Filtre o painel inteiro por quem respondeu X numa pergunta, ou abra o histórico de um respondente.
  • Resposta individual — Data, canal, duração, dispositivo, entrevistador — e a ordem exata em que aquela pessoa viu as perguntas.
  • Exportação sem pedir — Excel, CSV e SPSS a qualquer momento. O dado bruto é seu, sempre.

Tudo o que está nesta maquete é a tela real do produto — os mesmos rótulos, as mesmas cores, os mesmos gráficos.

Três formatos de pesquisa, com a sua cara

A mesma pergunta rende diferente em cada formato. Você escolhe — e o formulário fica parecido com a sua marca, não com a nossa.

  • Cards, formulário ou conversacional — Do bloco clássico ao formato tela cheia, uma pergunta por vez — o estilo que mais converte no celular.
  • Uma pergunta por página — Ou uma página por bloco. A escolha muda a taxa de conclusão mais que qualquer texto.
  • Tema da sua marca — Cor principal, fundo, efeito de fundo, logo com tamanho e alinhamento.
  • Três telas de finalização — Uma para quem concluiu, outra para quem foi encerrado pela lógica e outra para quem caiu na cota cheia — cada uma com o seu texto ou redirecionamento.
  • Prévia com simulação de aparelho — Veja como fica no celular antes de publicar, e teste um bloco ou uma pergunta isolada.
  • Visão de fluxo — O mapa do formulário inteiro, com os saltos desenhados — dá para enxergar a lógica em vez de imaginá-la.
  • Respostas anônimas — Modo que não coleta IP nem navegador, para pesquisa de clima e denúncia.
  • Limite de respostas — A pesquisa fecha sozinha ao bater o número, com a mensagem que você escrever.
  • Clonar em vez de recomeçar — Duplique uma pergunta ou o formulário inteiro — a pesquisa do mês que vem começa pronta.
  • Tempo mínimo por bloco — O botão de avançar só libera depois de alguns segundos: quem passa correndo não entrega dado ruim.
  • Edição em massa — Selecione várias perguntas e torne todas obrigatórias de uma vez.
  • Português ou espanhol — A plataforma inteira nos dois idiomas, e cada formulário publicado no idioma que você escolher.

O closed-loop é um centro de atendimento, não um alerta

Nota baixa que vira e-mail para a caixa de alguém não fecha ciclo nenhum. Aqui vira ticket, com dono, histórico e prova de que o cliente foi atendido.

  • Portal do operador — Quem atende entra com login próprio, separado da conta — e vê só as pesquisas que são dele.
  • Distribuição automática — O ticket vai para quem tem a competência certa e ainda não estourou o limite de tickets abertos.
  • Competências — Operador tem skills, ticket exige skills: reclamação de cobrança não cai para quem só atende logística.
  • E-mail dentro do ticket — Responde o cliente por e-mail, com anexo, e a resposta dele volta para o mesmo ticket. Nada acontece fora da ferramenta.
  • Modelos de resposta — Com o nome do cliente, a nota e a causa preenchidos sozinhos.
  • CSAT depois do atendimento — Horas após resolver, o cliente recebe uma pesquisa de satisfação do atendimento — e reabrir o ticket cancela o envio.
  • Histórico completo — Quem mudou o quê e quando, incluindo aviso quando o e-mail para o cliente não foi entregue.
  • Painel de operação — Tickets em aberto, novos nas últimas 24h, tempo médio de resolução, taxa de encerramento e CSAT do atendimento.
  • Caixa de entrada com filas — Meus tickets, sem agente, com agente — filtrando por status, faixa de nota, prioridade, causa e competência, com marcador de não lido.
  • Comentário interno — A conversa do time fica no ticket e não vaza para o cliente.
  • Ações em massa e exportação — Resolva vários de uma vez e exporte os tickets em CSV.
  • Operador no idioma dele — Quem atende usa a plataforma em português ou espanhol, independente do resto da conta.

O gatilho que abre o ticket é seu: por faixa de nota, por resposta específica ou por período.

Mande o resultado por link, não por anexo

Quem contrata pesquisa quer mostrar para a diretoria. E quem faz pesquisa para cliente precisa entregar sem dar acesso à conta.

  • Link público do painel — Um endereço próprio com o resultado ao vivo, sem login e sem acesso à sua conta.
  • Senha opcional — Para relatório que não pode circular solto.
  • Esconder o que não deve sair — Widget oculto não é só escondido na tela: o dado nem chega ao navegador de quem abre.
  • Filtros congelados ou livres — Você decide se quem recebe pode mexer nos filtros ou só vê o recorte que você definiu.
  • Ordem que a pessoa viu — Em cada resposta individual, a sequência exata de blocos, perguntas e opções que aquele respondente enfrentou — auditoria de randomização.
  • Exportação — Excel, CSV e SPSS a qualquer momento, mais PDF do relatório de causa raiz.

E-mail que chega, e você sabendo quando não chega

Disparar é fácil. O problema é a pesquisa cair no spam e ninguém perceber por três meses.

  • Seu domínio — Envio a partir do seu próprio domínio, com os registros de DNS gerados e verificados pela plataforma.
  • Reputação monitorada — Taxa de rejeição e de reclamação acompanhadas todo dia — e a conta é suspensa automaticamente antes de queimar o domínio.
  • Métricas de entrega — Enviados, entregues, rejeitados e reclamações, por dia e por disparo.
  • Rastreio por destinatário — Dá para abrir um disparo e ver o que aconteceu com cada e-mail da lista.
  • Editor de e-mail — O convite montado com a sua marca, não um texto cru.
  • Descadastro que funciona — Página própria de opt-out e lista de supressão por e-mail e por telefone — quem pediu para sair não recebe de novo.
  • Saúde do template de WhatsApp — A qualidade do seu modelo é monitorada e você é avisado quando ela cai, antes de a Meta bloquear o envio.

Sua lista entra limpa

Metade dos problemas de pesquisa começa numa planilha com e-mail repetido e coluna fora de ordem.

  • Importar do jeito que a planilha veio — Você aponta qual coluna é nome, e-mail e celular. O resto vira informação usável dentro da pesquisa.
  • Confere antes de gravar — Um relatório mostra o que passou e o que falhou — você corrige antes, não depois do disparo.
  • Sem duplicado — Linha repetida é identificada e barrada na entrada.
  • Dados da planilha dentro da pergunta — Loja, plano, protocolo: o que veio na coluna pode aparecer no texto da pesquisa e voltar no relatório.
  • Convidados apenas — Link restrito à lista: quem não foi convidado não responde, e ninguém responde duas vezes.

A resposta não morre na plataforma

Quem compra ferramenta de pesquisa numa empresa grande faz três perguntas: entra no meu sistema, tem workspace por cliente e fica registrado quem mexeu no quê.

  • Aviso por resposta — Crie a regra — “nota abaixo de 7” ou “marcou cancelamento” — e a plataforma dispara e-mail para quem você quiser ou chama o seu sistema.
  • Webhook de saída — A resposta cai no seu CRM, no seu helpdesk ou no seu fluxo, no momento em que acontece.
  • API — Leitura no plano CX; leitura e escrita no Pesquisa e no Enterprise.
  • Workspaces — Um espaço por cliente ou por área, com os formulários separados — a agência não mistura a pesquisa de dois clientes.
  • Registro de quem mexeu — Histórico do que foi alterado, por quem e quando.
  • Central de avisos — O que precisa da sua atenção aparece no sino, dentro da plataforma.

E se você não tem a lista de contatos?

Toda comparação de plataforma assume que você já tem a quem perguntar. Quando a pergunta é de mercado, essa lista não existe.

  • 19 milhões de pessoas — Acesso a painel online com dupla adesão e perfil verificado, B2C e B2B.
  • Segmentação real — Mais de 300 atributos por pessoa: perfil, região, renda, hábito de consumo, cargo, porte e setor.
  • Cobertura nacional — Distribuição que acompanha o mapa do país — dá para rodar nacional ou recortar por região.
  • Campo acompanhado — Soft-launch numa fatia pequena antes de gastar a amostra inteira, com gestor de projeto junto.
  • Entrega completa — Apresentação, PDF e raw data em Excel.

A amostra é contratada à parte, conforme o público e o volume do estudo.

Os tipos de pergunta · Preços e planos · Comparativo com concorrentes